«QUINA DAS BEATAS»

Neste trimestre e no novo ano, serão 12 os projetos a apresentar: em janeiro, teremos o regresso do punk-rock dos Sunflowers, acompanhados dos Moon Preachers e ainda o blues texano do Terry Lee Hale, de regresso ao CAE, depois da sua presença no festival One Man Band. Para terminar o mês, a estreia na Quina do projeto eletrónico do portalegrense Modulator aka Ivo Reis. Em fevereiro, teremos outro regresso, o dos mod rockers The Poppers; ainda o Death Metal dos Invoke e, no final do mês, o pop-rock do projeto Capitão Capitão e o garage-rock dos The Japanese Girl. Finalmente, em março, receberemos o folk/rock do projeto The Town Bar; o pop calmo dos belgas Coffee or Not e, para terminar o trimestre em beleza, o pop-rock dos Ditch Days e a eletrónica dos Can Cun.
Sunflowers
Moon Preachers
20 JAN. SEX. 23H
Sunflowers + Moon Preachers
Punk / Rock / Blues | CC | 3€ | M/12 anos


Os Sunflowers são uma banda que toca mais ou menos punk. Garage rock descreve melhor o seu som, cheio de guitarras sujas carregadas de distorção vindas do além. São um duo com influências da nova cena indie e garage rock, que definitivamente não destoavam se estivessem a tocar num festival de Verão.
Em 2016 marcaram presença no Palco Vodafone do Rock in Rio Lisboa, assim como no Reverence Valada. Em 2016 saiu também o seu primeiro álbum, “The Intergalactic Guide to find the Red Cowboy”.
Os Moon Preachers são Rafael Santos e João Paulo Ferreira, dois músicos com sede adolescente de música elétrica com alma. São punk-psicadélico, garage rock narcótico e blues selvagem, alimentado a uma guitarra frenética, a uma bateria demoníaca e a duas vozes que mais parecem uivos de meia-noite.


27 JAN. SEX. 23H
Terry Lee Hale (EUA)
Blues / Rock | CC | 3€ | M/12 anos


Terry Lee Hale nasceu em 1953 em San Antonio, no Texas e desde cedo viajou pelos EUA aprendendo música, escrevendo e fascinando-se com os sons da guitarra. Terry recorda na sua infância a viagem desde o Texas, no banco de trás de um velho Nash Rambler, por Cellilo Falls, o ferry-boat ao longo do rio Columbia, Hank Williams a tocar na rádio, a música de Fats Domino, de Tennessee Ernie Ford, de Jim Reeves e de Johnny Cash, até Seattle.
Três anos após o magnífico “The Long Draw”, Terry Lee Hale editou em 2016 “Bound, Chained, Fettered”, um disco composto por nove canções elegantes, sonhadoras e que destilam intimidade, que marcarão o seu regresso ao CAE.


Little Orange 
Experimental /Blues/ Gospel 

Little Orange, lança o seu 1º Ep Promised Land Blues em no Verão de 2016 , gravado em Portalegre por João P Miranda . 
Um dia ao consultar a recolha Folk de Alan Lomax , descobre os primeiros sons respiráveis do Delta do Mississippi  é que decide o caminho a seguir a solo.
 Um verdadeiro bluesManShow ,trazendo o cheiro do Capim do Mississippi e o reverb do Gospel no seu openG.
 

28 JAN. SÁB. 23H
Modulator & Friends
Hip-Hop / Downtempo / Drum&Bass / Progressivo / Trance | CC | 3€ pré venda, no dia 5€ | M/12 anos


Modulator é um projeto de música eletrónica na vertente Psy-Progressivo, iniciado em 2013 na produtora Magma Records, pelo portalegrense Ivo Reis. Este projeto teve a sua primeira atuação em Zurique, na Suíça, e conta já com 3 EPs e 6 músicas, espalhadas por várias compilações da Magma Records, tendo atingido o top de vendas com a primeira música editada.
Em Portalegre, Ivo Reis aka Modulator, pretende apresentar este projeto não a solo, mas com mais outras 4 culturas e muitos amigos, para que este evento consiga atingir todos os amantes de música e principalmente os amantes da música feita na nossa terra.

3 FEV. SEX. 23H
The Poppers
Rock | CC | 5€ | M/12 anos


Os The Poppers assumem com orgulho a herança do RocK'n'Roll e dos mod rockers. São uma banda experiente, provocadora, intensa, cativante e cheia de atitude. Não é raro haver convidados especiais no palco a partilhar com eles canções, ou até membros do público chamados para tocar ou cantar espontaneamente com a banda.
Os Poppers, que pela 3ª vez visitarão o CAE, lançarão em Janeiro de 2017 o novo disco de originais, produzido por Paulo Furtado (The Legendary Tigerman/WrayGunn).

10 FEV. SEX. 23H
Invoke
Black / Death Metal | CC | 3€ com CD 10€ | M/12 anos


As raízes deste projeto remontam ao ano de 1996. Depois de alguns anos de instabilidade, com a saída e entrada de muitos membros, os Invoke conseguiram, por fim, encontrar a formação sólida e ideal.
Contando com o input criativo de Reborn, nas guitarras, vozes e sintetização, com o contributo imaginativo de Anonymous God, no baixo, com a tarefa de fazer segundas vozes e programação e, por fim, com a velocidade de Animosity, na bateria, a banda atingiu o seu estado perfeito: A representação das três esferas concêntricas do Universo - natural, humano e divino.

17 FEV. SEX. 23H
Capitão Capitão
Pop / Rock | CC | 4€ | M/12 anos


Capitão Capitão é o pseudónimo musical de J.P. Mendes. Depois de se estrear com o EP onde se incluía o tema “O Lugar”, este duplo capitão lançou em 2016, pela Blitz Records (parceria entre a Blitz e a Sony Music), o primeiro disco de longa duração, “32”.
Como quem fala com pouco para tentar dizer tudo, a repetição continua a dominar a palavra. Em termos sonoros abre-se um espaço mais rigoroso para os teclados, enquanto as guitarras seguem um espaço já trilhado no segundo EP.

24 FEV. SEX. 23H
The Japanese Girl
Garage Rock / Psych Lo-Fi | CC | 3€ | M/12 anos


Os The Japanese Girl são uma banda de Penafiel, formada no final de 2013, por Bruno Sousa, Corinna Sousa e Emanuel Cunha. Começaram por usar duas guitarras (fetish vintage guitars), órgãos, caixa de ritmos igualmente vintage e ecos de fita.
Imediatamente despoletaram um som cru e poderoso, algures entre o garage rock e o psych lo-fi. Nos seus ruidosos e intensos concertos, fazem-se acompanhar de projeções igualmente inquietantes. No início de 2015 gravaram o seu LP de estreia, “Sonic-Shaped Life”.

3 MAR. SEX. 23H
The Town Bar
Folk / Country / Rock | CC | 3€ | M/12 anos


The Town Bar é um projeto que nasceu em 2014 no Cartaxo e o seu estilo musical caminha entre o folk, o country e o rock, utilizando instrumentos mais distintos como o ukulele, trompete e a harmónica. Todos os elementos da banda possuem anos de experiência a tocar ao vivo, o que resulta numa interação constante com o público. O seu objetivo é fazer a festa por onde passam, enquanto transmitem a sua energia e atitude.
O primeiro álbum da banda, intitulado "At The Bar", saiu em 2016.

10 MAR. SEX. 23H
Coffee Or Not - 'Everything is falling down' (Bélgica)
Pop | CC | 3€ | M/12 anos


Baseados em histórias trágicas nascidas na mente da sua vocalista, Soho, os Coffee or Not criam canções atmosféricas e progressivas, baseadas em loops de guitarras, teclas, baixo e bateria, com as vozes de Soho e Renaud a interligarem-se e a levantarem voo. 
Se no início eram conhecidos pelas suas harmonias vocais, a banda evoluiu, sem guitarras acústicas, apenas material elétrico e loops de guitarras. Soho canta e toca teclas, Renaud canta e toca bateria e guitarra e Frédéric toca baixo.
Com o seu 4º álbum, “Everything is Falling Down”, este projeto belga criou o seu trabalho mais Maduro, forte e personalizado
Ditch Days
Can Cun

17 MAR. SEX. 23H
Ditch Days + Can Cun
Dream / Pop / Rock / Electrónica | CC | 3€ | M/12 anos


Ditch Days nasceu do desejo de dar forma ao imaginário de Guilherme Correia, José Crespo e Luís Medeiros. É numa toalha estendida na areia de uma qualquer praia californiana, durante a exibição ao ar livre de um qualquer filme de cinema dos anos 90, que surgem as melodias dreamy e indie da banda lisboeta. O resultado são canções com um apurado sentido pop, carregadas de reverb e fuzz e sustentadas por linhas de baixo, preocupadas em ficar no ouvido, teclados maviosos e samples emprestados de filmes e séries antigas.
Can Cun é a banda de Bruno André Azevedo, Bruno Coelho e Jorge Simões, um trio de Vila Real que se juntou em 2014, para desconstruir um imaginário complexo assente em sintetizadores, riffs, ritmos em loop e melodias sonhadoras. Se por um lado o nome sugere paisagens de areias brancas, águas límpidas e faunas tropicais, a sonoridade itinerante entre o dream pop e o rock dos anos 90, mostra-nos uns Can Cun crus e obreiros de texturas sonoras espessas.