QUINA DAS BEATAS

No segundo trimestre de 2017 e no 11º ano do projeto Quina das Beatas, teremos muitas estreias no café-concerto e alguns regressos: em abril, começamos com o projeto punk-rock Sudoku Killer, da italiana Caterina Palazzo, seguido do rock dos Jackie D., finalizando o mês com o pop dos Amor Terror e o jazz-pop de Beatriz Pessoa; maio é um mês de regressos à Quina, com os Pussywhips e o neo psych dos portistas 10,000 Russos, além da estreia da “nossa” Trupe Euterpe; em junho, teremos o indie-folk dos The Oafs, o indie-rock dos espanhóis Mechanismo, a surpresa de Lucía Vives e do seu projeto Ninaz, terminando este trimestre da Quina com um dia diferente, organizado pelo projeto WomenBeing, que englobará um set de DJ, exposições, projecões de curtas-metragens e de Vídeo-Arte, culminando no concerto one-woman-band de Surma.


8 ABR. SÁB. 23H
Caterina Palazzi- Sudoku Killer (Itália)
Jazz / Punk / Rock | CC | 3€ | M/12 anos


Cinco anos depois da estreia dos Sudoku Killer, a compositora e contrabaixista Caterina Palazzi está de regresso com um novo álbum, intitulado "Infanticide", e uma digressão de 50 datas, com passagens pela Itália, Noruega, os Estados Unidos e o CAE.
Este rock provocador e pouco convencional remete-nos, no forte título do novo álbum, para o disco "Incesticide", dos Nirvana, sendo este novo álbum dos Sudoku Killer inspirado, tanto em termos musicais como emocionais, por esse disco intemporal. Nas palavras da artista, “Infanticide tem como objetivo o assassínio virtual de uma visão infantil do mundo, com os bons da fita como vencedores e os maus da fita como derrotados”.

13 ABR. QUI. 23H
Jackie D.
Rock | CC | 4€ | M/12 anos


Os Jackie D. nasceram das cinzas de duas bandas marcantes do punk e hardcore no início do século XXI, os Barafunda Total e os Grankapo. O "novo rebento" é rock puro, intenso, cativante e criativo.
Depois do excelente álbum de estreia "Symphonies from the City", lançado em 2014, os Jackie D. apresentaram em 2017 o seu segundo longa-duração, "The J Spot", disco que demonstra o amadurecimento e a confirmação dos Jackie D. como uma das bandas rock mais apelativas da atualidade. Ao vivo, a banda é forte e intensa como o seu som, com uma coesão e simbiose perfeita entre os quatro membros da banda.


21 ABR. SEX. 23H
Amor Terror
Pop | CC | 3€ | M/12 anos


Ao fim do compasso, nada será menos que um quinteto perigoso. Patologias por tratar. Crises de identidade em espetaculares penteados, numa ansiedade própria de quem ficará sem bateria brevemente. Realeza vadia.
Pitxahubismo!
Amor Terror é Fofidão!
Seja lá isso o que isso for.

28 ABR. SEX. 23H
Beatriz Pessoa
Pop / Jazz | CC | 4€ | M/12 anos


Cantora e compositora de registo intimista, fresco e suave, Beatriz Pessoa tece os seus temas originais no universo da pop e do jazz.
Fazendo-se acompanhar por um grupo de músicos talentosos, que desde cedo fazem parte do seu percurso, Beatriz apresenta em concerto o seu primeiro EP, “Insects”, de 2016.

12 MAI. SEX. 23H
Pussywhips
Neo-Punk / Alt-Country | CC | 3€ | M/12 anos


Formados no início de 2014 em Coimbra, e com uma índole sónica caraterizada pela eletricidade que a movimenta, os Pussywhips apresentam-se como porta-vozes de um sistema de crenças alternativo.
Perante o Zeitgeist cultural pervasivo e generativo de uma perturbação de hiperatividade e défice de atenção, cuja afetação permeia todos os aspetos e áreas da esfera social, os Pussywhips (de regresso ao CAE), procuram a mediação entre o plano místico e o mundano, o conspirador e o cético, em busca da verdade que possa permitir uma hipótese de transcendência coletiva.

13 MAI. SÁB. 23H
10,000 russos
Neo Psych | CC | 3€ | M/12 anos


Conhecidos pelos seus rituais de repetição selvagem, pegando no legado dos NEU! e dos Suicide em doses iguais, os 10 000 Russos são conhecidos pelos seus concertos que invariavelmente levam o público a um estado de trance (como se comprovou no CAE, no final de 2015).
Os 10 000 Russos, oriundos do Porto, são a banda nacional que mais tocou fora de portas em 2016, sendo 2017 outro ano para bater recordes, com mais de 40 concertos na sua digressão.
A ideia primordial da banda é a desconstrução do que deve ser uma banda de rock, assassinando a ideia de canção, desconstruindo, baralhando e dando de novo. O baixo abraça o ouvinte e não mais o deixa sair, a guitarra desenha paisagens sónicas e recusa o riff, o baterista, que na realidade é um vocalista que toca bateria, mantém tudo debaixo de ritmos motorik. Pura e simplesmente não há "paleio" entre as canções.

27 MAI. SÁB. 23H
Trupe Euterpe
Folk | CC | 3€ | M/12 anos


Nasceu em 2013, estreando-se no Festival do Crato nesse mesmo ano. Desde então, as atuações têm-se multiplicado um pouco por todo o país, mantendo a animação como palavra de ordem.
A ovelha negra presa numa campânula é um símbolo cada vez mais reconhecido pelo público que, nos últimos anos, se cruzou nos mais variados espaços com a Trupe Euterpe.
Desta vez, o grupo de animação de rua da Sociedade Musical Euterpe irá estrear-se na Quina das Beatas, para uma viagem pelo mundo ao som da música.

2 JUN. SEX. 23H
The Oafs + Mechanismo (Espanha)
Indie / Folk | CC | 3€ | M/12 anos


The Oafs formaram-se em 2013, em Vila Franca, Viana do Castelo, como resultado de uma combinação de diversos gostos musicais, e são constituídos por Eva Gomes, na voz, guitarra e percussão, João Dias, na guitarra e vozes, Afonso Carvalho, no clarinete, percussão e vozes e Raul Carvalho, no baixo e vozes. Assumem-se como uma banda Indie e Folk, através de quatro vozes e os seus diversos instrumentos.
Em finais de 2016 editaram o álbum “My Scars and Stories”, onde contam histórias e expõem “as marcas, boas e más, que nos constroem como pessoas. Contamos desabafos que nos saem da alma, nos acordam de noite e nos obrigam a escrever”.

Os Mechanismo são Sebastian Maharg, na voz e baixo, Antonio Ruiz, na voz e guitarra, Alberto Torres, nos teclados e guitarra, Edgar Rodriguez, na guitarra e David “McPa” Parrilla, na bateria.
A banda deu-se a conhecer em 2010, com o lançamento do EP “Empire of Light”, ao qual se seguiram os singles “Home” e “Stillen”, em 2013. Com o lançamento do álbum de estreia, “The Forlom Hope”, o grupo conquistou a crítica e o público espanhol, tornando-se assim um dos projetos da cena indie rock a seguir com atenção em 2017.

9 JUN. SEX. 23H
Lucía + Ninaz
Indie / Pop | CC | 3€ | M/12 anos


Lucía Vives - Da série "cantautores da Xita Records'', surge Lucía Vives, baterista e compositora das Ninaz e de Vaiapraia & As Rainhas do Baile. A solo, Lucía escreve canções simples e ultradiretas, para cantar baixinho, de mãos dadas com quem mais gostamos. Lucía demonstra uma enorme queda para as letras, sempre carregadas de imagens fortes e palavras bonitas. Façam silêncio e sorriam!
Ninaz - As Ninaz surgiram bem antes de surgirem as canções, como uma designação para um grupo de amigas, tudo num tom irónico. A partir de setembro de 2015, começaram os ensaios e as canções a acontecer, ao mesmo tempo que pegavam pela primeira vez nos instrumentos. Lucía Vives, na bateria, Margarida Lalanje, na guitarra, Beatriz Peres, no baixo e Joana Peres, nas vozes, têm vindo a demonstrar a sua energia contagiante, com canções cruas e diretas.

17 JUN. SÁB. 23H
WomenBeing
Vários | CC | 3€ | M/12 anos


WomenBeing é uma plataforma que promove e celebra o trabalho de mulheres no sector criativo, empreendedorismo e investigação, no formato online e através de eventos. Este projeto foi criado em Edimburgo e realiza ações no Reino Unido, Portugal e Espanha.
Em Portalegre, através de uma parceria com o CAE, realizaremos um festival de um dia, com diversas atividades, tais como a Dijei Nossa Senhora, uma exposição com trabalhos das artistas Sónia Tavares, Marta Nunes e Guerra Conde, a projeção de curtas-metragens e Vídeo-Arte (parceria Fem Tour Truck), além do concerto de Surma, um projeto one-woman-band, onde dominam as teclas, samplers, cordas, vozes e loop stations em sonoridades que fogem do jazz para o post-rock, da eletrónica para o noise e nos levam para paragens mais ou menos incertas.
www.womenbeing.co.uk